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Presença da Pressline Brasil na Expoprint Latin America 2014

  A PRESSLINE BRASIL marcou presença na Expoprint Latin America 2014, a feira que está entre as cinco maiores da indústria gráfica mundial. Com a presença de seus especialistas em manutenção, produção e vendas, o time da Pressline ampliou o contato com seus Clientes, debateu e ofereceu soluções de melhorias de produtividade e custos em seus processos produtivos.

Sete dias que entram para a história da indústria gráfica mundia. A ExpoPrint Latin America 2014 mostrou um mercado com vontade de investir, transformar seus negócios, aumentando o otimismo de quem faz parte deste setor fundamental para a indústria.

Os números deixam claro o clima positivo durante a ExpoPrint 2014. Foram 48.866 visitantes - destes, 4.082 estrangeiros - que passaram durante os sete dias de evento pelos 40 mil metros quadrados de feira, conhecendo as novidades de mais de 300 expositores, que demonstraram mais de 750 marcas. Os negócios gerados durante a feira ultrapassaram os US$ 400 milhões. Os preparativos para 2018 já começaram. A feira será promovida em cinco dias, de terça a sábado, no Expo Center Norte.

 O Stand da Pressline Brasil teve a honra de receber o CEO da PRESSLINE INDIA, fornecedora e fabricante das máquinas impressoras off set comercializadas por nossa empresa, fotalecendo a representatividade da marca Pressline no Brasil.

 

 

Mais notícias

  • Gráficas se frustram com demanda nas eleições

    -  Momento geralmente esperado com ansiedade pelo mercado gráfico gaúcho, as eleições vêm trazendo mais decepções do que alegrias ao setor. Isso porque, de acordo com estimativa da Associação Brasileira da Indústria Gráfica no Estado (Abigraf-RS), a demanda por material de campanha caiu 30%, na comparação com o pleito de 2010. A utilização de mídias alternativas por parte dos candidatos, como os perfis em redes sociais, é considerada uma das principais responsáveis pelo menor faturamento das empresas neste ano. “Caiu bastante a demanda. Não foi uma boa campanha. Os materiais de papel foram um pouco abandonados dessa vez. Essa foi a pior eleição para o setor, em termos de faturamento, nos últimos 12 anos”, enfatiza o presidente da Abigraf-RS, Ângelo Garbarski. No caso do Rio Grande do Sul, nem mesmo a realização do segundo turno na disputa para governador, algo que não ocorreu em 2010, deve ser suficiente para animar o segmento. “Pode ser que se corrija algo, em virtude da polarização entre os dois candidatos (José Ivo Sartori e Tarso Genro), mas ainda assim o movimento deve ser inferior à eleição passada”, enfatiza. O presidente da Abigraf-RS constata que a demanda por material de divulgação de Sartori e Tarso ainda está tímida. “Os partidos ainda não estão se movimentando.”  Apesar da redução de trabalho verificada até o momento, o período do pleito ainda impacta significativamente no faturamento das empresas. “No primeiro turno, tivemos uma demanda razoável por material de campanha. O mercado está tão parado, que qualquer movimento é maravilhoso”, destaca Carlos Evandro Alves, sócio-diretor da gráfica Print Press.  “Nesse período de eleições, produzimos 25% mais do que fazemos normalmente. Mas não foi nada espetacular em relação a outras eleições”, lembra Alves. Para dar conta dos pedidos, ele contratou cinco funcionários temporários. “Mas fizemos menos da metade do volume de impressos de outras campanhas. Antigamente, toda a indústria trabalhava em eleição. Agora, a concorrência é muito maior”, compara. Em decorrência das dificuldades do ramo, o empresário lembra que a companhia vem reduzindo de tamanho nos últimos anos.  Ainda que o mercado dê sinais de encolhimento, algumas gráficas comemoram o resultado do trabalho no primeiro turno do pleito. É o caso da Tempo Gráfica, de Viamão, uma das mais requisitadas pelos candidatos. “A demanda foi boa. Trabalhamos bastante, 24 horas por dia, até a véspera do primeiro turno. O faturamento cresceu em torno de 50% frente a um mês comum”, celebra a diretora Cristiane Becker. O desempenho positivo fez com que a empresa decidisse contratar um dos quatro funcionários temporários que estavam atuando na gráfica. 

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  • A celebração do digital e o vigor dos impressos

    -  O livro do futuro poderá ser financiado por crowdfunding, ser publicado pelo próprio autor ou estar vinculado a um videogame – o leitor poderá inclusive votar numa virada do enredo. Seja como for, há uma grande chance de que ele será lido em sua versão impressa. A tônica da versão deste ano da Feira de Livros de Frankfurt, a maior feira editorial do mundo, foi a busca por novos modelos de negócios para um setor que vem sendo confrontado pela digitalização de livros e pelo aumento da supremacia da Amazon.com. À proporção que os hábitos de leitura mudam e os e-books tomam o lugar central do palco, o apetite por boas narrativas ficcionais está mais forte do que nunca. A Verlag Friedrich Oetinger GmbH, uma editora de livros infantis que vende a série “Hunger Games” na Alemanha, é um exemplo. Ao mesmo tempo em que investe pesadamente em produtos digitais, chegando mesmo a criar sua própria unidade de codificação, o diretor-executivo Till Weitendorf não está dando as costas ao setor impresso. – Não importa se você tem um livro ou um iPad nas mãos – disse ele em entrevista no estande de sua editora na feira, encerrada no último domingo. – Você precisa de uma grande história. Isso não mudou; foi o mundo em volta que mudou. À medida que a leitura das pessoas evolui, também evolui a forma como as histórias são contadas. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, 45% dos leitores já leram pelo menos parte de um e-book em seus smartphones, segundo uma pesquisa realizada pela Publishing Technology. Projetos promissores Novas tecnologias são apenas parte do quadro geral. Kladde Buchverlag, uma startup com sede Freiburg, na Alemanha, recorre ao crowdfunding para financiar a publicação de seus livros, oferecendo designs de alta qualidade, papéis de luxo e assessoria profissional para autores que querem editar seus próprios livros. Ela pré-seleciona projetos promissores e usuários de internet decidem quais livros serão publicados por meio de suas doações. Os doadores generosos podem até ganhar o direito de opinar na forma como a trama se desenrola ou sobre o destino de uma personagem, disse Lea Nowak, uma das fundadoras da companhia. Britta Friedrich, diretora de eventos e programas da Feira de Frankfurt, afirmou que após anos correndo atrás da mais recente novidade tecnológica – de CDs a e-readers e tablets – o setor agora está focando em como explorar essas inovações. – Os editores veem que não é preciso pular em cada novo vagão – disse ela. – Editores precisam pensar não apenas em novos equipamentos, mas igualmente em novas formas de contar histórias. Pela primeira vez, disse ela, representantes de companhias de game, tais como Ubisoft Entertainment, estiveram presentes na feira em busca de parceiros. E a tendência já está decolando. “Endgame”, um livro do escritor americano James Frey, está sendo transformado em um game de realidade aumentada pelo Niantic Labs, do Google. Plataforma de e-books Enquanto publica a tradução alemã de “Endgame”, Oetinger está também tentando aliviar a passagem da leitura offline para on-line com o Tigercreate, uma plataforma para transformar livros ilustrados para crianças em e-books animados e interativos. O processo usado exige uma programação cara para cada novo livro e dispositivo, segundo Weitendorf. Cerca de 40 editores já se alinharam para usar a plataforma, disse ele. O próximo passo é um serviço de assinatura mediante o qual as crianças poderão acessar os livros, disse Weitendorf, em meio à tentativa da Oetinger de criar um nicho de produto num mercado dominado pela Amazon. A varejista on-line americana, qua ajudou a criar o mercado de e-book com o lançamento do seu leitor Kindle em 2007, lançou seu serviço de assinatura de e-book, o Kindle Unlimited, na Alemanha um dia antes da abertura da Feira de Frankfurt. Nos Estados Unidos, ela oferece acesso a mais de 700 mil títulos por US$ 9,99 por mês. Modelos de assinatura A investida da Amazon no mercado de assinatura tornou-a alvo de críticas na feira deste ano, à medida que os autores questionaram o poder da companhia americana sobre lançamentos e preços, ao passo que os editores mostraram uma visão mais otimista. Harper Collins, da News Corp., é uma das editoras que já colocou parte de seu catálogo disponível para assinatura digital. – Cerca de 80% dos editores com quem falamos foram positivos – disse Len Vlahos, diretor-executivo do Book Industry Study Group. – Eles dizem que as assinaturas abriram novos mercados para eles, deram a eles nova alavancagem para seus conteúdos e acima de tudo, deram a eles dados muitos valiosos. Amazon divide setor O domínio da Amazon foi demonstrado mais cedo este anos, em meio à disputa com a Hachette Book Group sobre os preços de e-book. Isso levou a Amazon a vetar livros e impedir pré-encomendas, atrasando a entrega e reduzindo descontos. Escritores nos Estados Unidos e na Alemanha fizeram cartas públicas protestando contra a companhia americana. – A um risco nisso para a Amazon, à medida que as pessoas começaram a pensar: “qual é o meu valor como consumidor?” – disse Michael Norris, um consultor do setor. – Isto pode abrir um ângulo de oportunidade de concorrência. Por outro lado, a tendência de oferecer acesso do tipo Nerflix a centenas de milhares de livros por um preço baixo cai muito bem com a publicação pelo próprio autor. A maioria dos títulos disponíveis do tipo Amazon Unlimited são do gênero ficção, de histórias policiais a romances de ficção científica. E, embora analistas estejam descrentes com milhares de livros sendo lançados on-line a cada dia, os autores que estão publicando seus próprios livros discordam. Nika Lubitsch, cujo romance policial “The 7th Day” (“O sétimo dia”) superou “Cinquenta tons de cinza” do topo da lista dos mais vendidos da Amazon alemã, afirmou que vender on-line permitiu a ela ganhar mais e se conectar melhor com seus leitores. Ela vendou 470 mil exemplares de seu e-book desde que começou a usar a plataforma on-line da Amazon há dois anos. A companhia americana paga aos autores de 35% a 70% do preço de venda, consideravelmente mais do que os autores recebem tradicionalmente das editoras.

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